Ensinando sobre a vida por meio da música

Postado em: 5 de dezembro de 2016 | Sem avaliação

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A música talvez seja um dos maiores modelos de transformação social. Ao lado das demais formas de arte e do esporte, ela encabeça o amor dos mais jovens. O mundo pode dar inúmeras voltas, mas é só a própria pessoa que é capaz de fazê-lo parar no ponto fixo que deseja.

 

Com o auxílio necessário, e a orientação adequada, é possível que a música seja o ponto fixo a parar. O rumo a tomar. O futuro a seguir. Os Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (Neojiba), e a Santa Casa de Misericórdia do Estado, realizam, em parceria, projetos nos bairros de várias cidades baianas. Auxiliando e apresentando os arranjos clássicos às crianças menos privilegiadas, financeiramente falando.

 

A parceria em nome da música

 

Depoimentos emocionantes, e tudo graças ao poder da música em transformar a vida de crianças que já não viam mais esperanças em seus futuros. Desde o início da parceria, em torno de 130 crianças e adolescentes, entre as idades de 8 e 18 anos, vêm tendo acesso ao ensino da música. Tudo em turno oposto ao escolar para que os estudos não sejam atrapalhados.

 

O Neojiba também desenvolve projetos e atividades que visem a mobilização da comunidade para a promoção e difusão das músicas. O acesso à ela é de fundamental importância para o desenvolvimento do projeto; para que as crianças respirem música 24h por dia e 7 dias por semana.

 

Dentre os grupos musicais estão a Banda Experimental Pedagógica para os iniciantes na música. A Banda Sinfônica da Paz para os mais íntimos com a sinfonia. Composta de instrumentos de sopro e percussão, é uma das maiores paixões entre os jovens.  Por fim, há também o Coral da Paz, destinado aos cantores descobertos nas atividades. Um alto número de belas vozes foi encontrado através dos projetos que se iniciaram no ano de 2002, e que vem gerando muitos frutos.

 

É o caso da jovem Livia Silva, que retrata toda sua paixão pelo som com apenas uma pequena quantidade de palavras. “Quando toco uma música que eu gosto, o meu humor muda. A música me acalma”, afirma a adolescente fagotista de 15 anos.

 

Mais depoimentos como este podem ser conferidos na matéria completa do Correio 24 horas, apenas clicando aqui. Quer também conferir um pouco mais sobre o projeto Neojiba? Clique aqui.

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